1º de Maio da “era Bolsonaro” é do desemprego e ataque à aposentadoria, aponta Josete

Na véspera do 1º de Maio da “era Bolsonaro”, a vereadora Professora Josete (PT) destaca que a atual conjuntura política unificou as centrais sindicais em torno da luta contra a reforma da Previdência e em razão do crescente do crescente nível de desemprego no país.

Ela avalia os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, divulgados nesta terça-feira (30), que mostram que o desemprego no Brasil cresceu no primeiro trimestre e atingiu 12,7%, o que equivale a 1,1% a mais do que o primeiro trimestre de 2018. Os números representam que 1,2 milhão de pessoas perderam o emprego, atingindo os 13,4 milhões.

A pesquisa ainda revela que 25% dos trabalhadores estão subutilizados, sendo o maior índice negativo desde que a consulta é feita desde 2012. “Esses números representam a derrocada da política econômica capitaneada pelo presidente Bolsonaro e pelo ministro Paulo Guedes. São dados preocupantes que podem ficar mais alarmantes com a aprovação da reforma da previdência”, alerta Josete.

A vereadora afirma que não há o que comemorar neste 1º de Maio.”Será um 1º de Maio onde os direitos históricos da classe trabalhadora estão sob risco diante da trágica conjuntura nacional, diante de um cenário de ataque a direitos e ao estado democrático, de ataque às políticas sociais e as garantias trabalhistas”, comenta.

De acordo com a professora, mais do que nunca é fundamental resgatar o sentido do 1º de Maio. “Resgatar seu significado é um processo pedagógico, lembrar do sacrifício da classe trabalhadora, dos mártires que deram sua vida pelo direito de trabalhadores e trabalhadoras. Essa é uma data de luta e de irmandade contra esse governo que quer reduzir direitos fundamentais de mulheres, de idosos, que está desmontando nossa educação e saúde pública e que está colocando o Brasil num caos social”, conclui Josete.

Programação

Nesta quarta-feira, a Professora Josete participará da programação do 1º de Maio organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Curitiba. As atividades acontecerão na Vila Torres com atos em defesa dos direitos sociais, da aposentadoria e de mais postos de trabalho. A programação iniciará às 8h, na Paróquia São João Batista.

Foto: Ricardo Stuckert

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